A briga dos Royalties continua. A Emenda Simon (PMDB/RS) amigo do Ibsen Pinheiro, (PMDB/RS), aprovada na madrugada de hoje no Congresso não dispõe de recursos para fundos setoriais de Educação e Ciência e Tecnologia, ao contrário, joga na vala comum dos estados sem nenhum comprometimento com a forma de investimento e o destino dos recursos.
É bem verdade que estamos em uma República e o povo é povo estando ele no Rio de Janeiro ou no Piauí ; merece o mesmo tratamento merece a mesma consideração; deve pelos princípios da Carta Constitucional ser tratado com Igualdade e Justiça e nesse ponto se justifica a discussão dos Royalties em todos os seus matizes.
Seria louvável, não só para o Rio de Janeiro, mas para todo o debate, se ficasse mais claro o destino dos Royalties do Petróleo Fluminense. O Governador fala em prejuízo as Olimpíadas e a Copa do Mundo, muito bem, até 2010 o Rio não sediou nenhuma nem outra e a esmagadora maioria dos recursos públicos nos últimos 8 anos vieram do Governo Federal, a pergunta que fica é : Para QUEM vai o dinheiro dos Royalties?
Certamente a Emenda Simon será vetada pelo Presidente, contudo, não sairá de pauta e dará origem a outras tantas propostas que esperamos a nova Presidente tenha a sabedoria de dosar, já que a maioria esmagadora do Congresso dá sinais de que nada será como antes.
POR SABRINA GRIMBERG/ O DIA 2/12
Rio - Joel Santana não engoliu sua exclusão da lista de indicados a melhor treinador do Prêmio Craque do Brasileirão. A disputa ficou entre Cuca, do Cruzeiro, Muricy Ramalho, do Fluminense, e Renato Gaúcho, do Grêmio, adversário de domingo e de longa data do comandante alvinegro. Não é de hoje que os dois brigam pela coroa de ‘Rei do Rio’.
“Fiquei surpreso. Mas, como eu já fui tão agraciado este ano, acho que está legal. Já fui lá muitas vezes. Eles estão cansados da minha cara”, debochou Joel. “É bom renovar um pouquinho. Deixa o Renato ir uma vez para saber como são as coisas, o Cuca também. Mas eu achei que tinha um regulamento. Quero saber qual é o critério”, questiona.
Para o técnico do Botafogo, os seus oito títulos estaduais (sete como treinador e um como jogador) falam por si e não há comparação com Renato.
“Vamos parar com esse negócio. Rei é rei, príncipe é príncipe”, disparou Joel, que voltou a pedir que seu nome ou sua prancheta sejam imortalizados na Calçada da Fama, do Maracanã. “Recebi uma prancheta como ‘Rei do Rio’. Isso já está carimbado, é igual a passaporte. O meu nome é título. Aqui do Rio, eu conquistei mais. Goste quem goste e quem não goste”, afirma o treinador, com o discurso afiado. “E estou cobrando mais: meu nome tem que estar na Calçada da Fama, ou minha prancheta. Há coisas na vida não tem mais o que discutir”, encerrou.
Rivalidade à parte, ontem o treinador contou com a volta de Herrera, Leandro Guerreiro e Somália. Os três treinaram normalmente pela manhã, no Engenhão, e estão à disposição para o jogo que vale a última vaga na Libertadores, caso o Goiás perca a Sul-Americana.
“Temos que torcer para quem treinou não sentir dores, e aí terei dois dias para arrumar o time. Vai entrar quem estiver melhor. Não tem mais ou menos. Não podemos errar, é falha zero”, diz Joel, acrescentando que, caso a vaga não seja alcançada domingo, o trabalho não pode ser ‘manchado’.
O treinador também jogou o favoritismo para o lado dos gaúchos. “A vantagem é toda deles. É o estádio deles, a torcida deles... Mas jogo é jogo. A não ser que a gente fosse enfrentar o Barcelona”, brincou o sempre inspirado Joel Santana.
“Fiquei surpreso. Mas, como eu já fui tão agraciado este ano, acho que está legal. Já fui lá muitas vezes. Eles estão cansados da minha cara”, debochou Joel. “É bom renovar um pouquinho. Deixa o Renato ir uma vez para saber como são as coisas, o Cuca também. Mas eu achei que tinha um regulamento. Quero saber qual é o critério”, questiona.
Rivalidade à parte, ontem o treinador contou com a volta de Herrera, Leandro Guerreiro e Somália. Os três treinaram normalmente pela manhã, no Engenhão, e estão à disposição para o jogo que vale a última vaga na Libertadores, caso o Goiás perca a Sul-Americana.
“Temos que torcer para quem treinou não sentir dores, e aí terei dois dias para arrumar o time. Vai entrar quem estiver melhor. Não tem mais ou menos. Não podemos errar, é falha zero”, diz Joel, acrescentando que, caso a vaga não seja alcançada domingo, o trabalho não pode ser ‘manchado’.
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